Médicos Sem Fronteiras foi criada em 1971 por um grupo de jovens médicos e jornalistas que, em sua maioria, tinham trabalhado como voluntários em Biafra, região da Nigéria, que, no final dos anos 60, estava sendo destruída por uma guerra civil brutal.
Enquanto trabalhavam para socorrer as vítimas do conflito, eles perceberam que as limitações da ajuda humanitária internacional da época eram fatais. Para tratar dos doentes e feridos era preciso esperar por um entendimento entre as partes em conflito zou pela autorização oficial das autoridades locais. Além do emperramento burocrático, os grupos de ajuda humanitária não se manifestavam diante dos fatos testemunhados.
Em 1971, o sentimento de frustração desse grupo e a vontade de assistir às populações mais necessitadas de modo rápido e eficiente deram origem a Médicos Sem Fronteiras. A organização surgiu com o objetivo de levar cuidados de saúde para quem mais precisa, independentemente de interesses políticos, raça, credo ou nacionalidade. No ano seguinte, MSF fez sua primeira intervenção, na Nicarágua, após um terremoto que devastou o país. Hoje, mais de 22 mil profissionais trabalham com Médicos Sem Fronteiras em mais de 70 países.
(fonte: http://www.msf.org.br/sobre/msfHistoria.asp)
Ganharam o Prêmio Nobel da Paz em 1999
http://nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/1999/
Projetos do Movimento no Brasil
http://www.msf.org.br/brasil/msfProjetos.asp
Perfis de médicos membro do movimento
“O médico anestesista Otávio Omati foi outro que deu uma guinada na carreira e na vida. Profissional talentoso, aos 32 anos já fazia parte de uma equipe de cirurgiões que atua em cinco hospitais de ponta de São Paulo, como o Albert Einstein e o Sírio-Libanês. Por mais que seu trabalho fosse reconhecido, porém, David sentia que precisava ir além, fazer algo mais para si mesmo e para os outros. Então jogou tudo para o alto e voou para a Indonésia, onde as vítimas do tsunami que devastou aquele país, no final de 2004, precisavam desesperadamente de voluntários como ele.”
“Simone Rocha deixou para trás um promissor emprego de jornalista no Rio de Janeiro para se alistar em programas de vacinação e de ajuda a refugiados na África. Adiou, durante quase dez anos, o sonho de ser mãe.”
“A médica Mônica Carvalho já era mãe de quatro filhos quando se mudou, aos 40 anos, para a miserável cidade de Tete, em Moçambique, onde um entre cinco moradores está infectado com o vírus da Aids. Especialista em medicina tropical, geriatria e saúde pública, ela se dispôs a aprimorar o inglês e esperar durante mais de um ano a indicação para um trabalho que lhe renderia a metade do que ganhava no Brasil. Suportou até o afastamento dos filhos nos primeiros três meses no exterior – só depois desse período os dois mais novos, de 8 e 10 anos, foram se juntar a ela.”
(Fonte: http://www.revistaterra.com.br/revista/184/textos/13/)
Para uma primeira análise do público que usaria nosso aplicativo, concluímos que o perfil dos médicos dispostos a se agregar ao movimento e trabalhar como voluntário, seriam pessoas em torno de 30 anos acima. Pessoas bem sucedidas nas profissões em que atuam, tem status social de classe alta, e querem agregar valores éticos e humanistas a carreira e a vida pessoal. Teriam condições financeiras de obterem o aplicativo aqui proposto e fariam de seu uso uma forma de melhor comunicação entre os membros, e ou a utilização dele como guia geral de informações.